Missão:


Capacitar técnicos, estudantes, pecuaristas e trabalhadores na bovinocultura para uma maior produção de alimentos, de forma economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta, promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional eficaz.

Capacitar técnicos, estudantes, pecuaristas e trabalhadores na bovinocultura para uma maior produção de alimentos, de forma economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta, promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional eficaz.

Visão:

Em cinco anos ser reconhecida nacionalmente como uma empresa que prima pela excelência em capacitações que contribuam para o desenvolvimento rural sustentável.

Valores:

Experiência e excelência; Isenção e imparcialidade; Integridade e honestidade; Amor e respeito ao próximo.

Como surgiu a Lopes M. A. Consultorias


Desde a infância, Marcos Aurélio Lopes já se interessava bastante pelas ciências agrárias (embora não tivesse conhecimento desse conceito,  e nem se lembra de ter ouvido essa expressão naquela época). Gostava de horta. E gostava do manuseio em hortas. Morava em uma cidade pequena, no interior e, bem próximo de sua casa, havia um local onde turistas alugavam cavalos e charretes para passeios pela cidade. Por essa razão, era comum a presença de esterco desses animais pelas ruas da cidade. E, com certa frequência, o menino Marcos andava por essas ruas, carregando um saco de estopa e uma pequena pá, recolhendo aquele esterco que seria utilizado como adubo orgânico na sua horta, que era cuidadosamente tratada com a ajuda de sua mãe. Na realidade, foi ela quem lhe transmitiu os primeiros ensinamentos de horticultura, como o aprendizado de cavoucar a terra, a fazer um canteiro, a estercá-lo, a fazer uma sementeira de alface e, principalmente, a plantar couve, chuchu… Com ela também, aprendeu a cultivar a terra e, consequentemente, foi adquirindo amor pela horticultura. De fato, sem sombras de dúvida, a mãe o ensinou na prática o real significado do verbo “ensinar” que, no aramaico, significa “criar gosto por”. Efetivamente, foi o que sua progenitora fez com ele: criou, despertou nele o gosto pela terra. Dessa forma, o menino foi crescendo, o jovem foi se aprimorando e, ao longo de muitos anos, trabalhando, se desenvolvendo, cultivando…

Concluiu da quinta à oitava série (do sexto ao nono ano) na Escola Polivalente de Poços de Caldas, Minas Gerais. Ali cursou a disciplina Práticas Agrícolas, confirmando definitivamente seu gosto pela agricultura. Dedicou-se amplamente, tornando-se um  dos melhores alunos.  Seu interesse pela pesquisa nasceu nesses tempos e, nessa escola, realizou sua primeira “pesquisa”: A carência de vitamina A no desenvolvimento de pintinhos. Naquela época, chamavam de “experiência” e, por essa experiência, foi premiado. Foi classificado no 1º grupo entre os trabalhos de 1º grau, na II Feira Regional de Ciências, realizada pela 19ª Delegacia Regional de Ensino de Poços de Caldas, em setembro de 1976.

No ano de1979, foi para uma escola fazenda, em regime de internato, o Colégio Agrícola de Machado, uma excelente instituição federal de ensino técnico agrícola. Ali foram três anos de muito estudo, de extrema dedicação e intenso aprendizado. A cada dia, aprendia mais e mais, aprimorando o gosto pelas ciências agrárias.

Em dezembro de 1981, o jovem de 18 anos de idade conclui o Ensino Médio. Já era um técnico agrícola. Em março de 1982, foi para a UFRRJ, onde cursou Licenciatura Plena em Ciências Agrícolas. Na Rural, como é conhecida a UFRRJ, realizou vários estágios buscando adquirir conhecimentos em diferentes áreas das ciências agrárias; foi bolsista de iniciação científica do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico); foi monitor da disciplina de Entomologia Agrícola, oportunidade em que ministrou aulas práticas para alunos dos cursos de Agronomia, Engenharia Agrícola e Licenciatura em Ciências Agrícolas); e participou de muitos eventos técnicos científicos (dias de campo, palestras, simpósios, congressos).

Tendo terminado a graduação em 1985, foi trabalhar na então antiga Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho, atual Instituto Federal de Minas Gerais, Campus de Muzambinho. Naquela instituição atuou como professor de bovinocultura e caprinocultura, bem como responsável pelos setores de Gado de Leite e Caprinocultura. Indiscutivelmente, foram sete anos de muito trabalho, extrema dedicação e um profundo aprendizado, que o impulsionaram ao tão sonhado mestrado em Zootecnia (Bovinocultura), na Universidade Federal de Lavras (UFLA), onde se tornou professor, em 1994.

O sonho do Prof. Marcos Aurélio não parou no mestrado. Fez o doutorado, em bovinocultura em uma das mais bem conceituadas escolas do país, a Faculdade de Ciência Agrária e Veterinárias (FCAV) da UNESP, campus de Jaboticabal, SP.  Defendeu sua tese em fevereiro de 2000, sendo contemplado com o conceito “Aprovado com Distinção e Louvor”.

De volta a Lavras, assumiu a gerência executiva do UFLATEC – Centro de Tecnologia em Informática da UFLA, quando criou, coordenou e ministrou o primeiro curso à distância, on line, para o setor agropecuário na América Latina. A partir desse, vários outros foram ministrados e coordenados pelo Prof. Marcos Aurélio. Ocupou vários cargos na diretoria da SBI-Agro (Associação Brasileira de Agroinformática), inclusive presidente. No Departamento de Medicina Veterinária da UFLA, foi Subchefe, Supervisor de Informática, membro da Câmara de Pesquisa, coordenador do Laboratório de Informática Aplicada à Produção Animal (LIA), bem como de diversos projetos de extensão e pesquisa, sendo, também, bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq.

Realizou um pós-doutorado na Università degli Studi di Firenze (UNIFI), na Itália, em 2018. Posteriormente, em 2019,  a convite dessa mesma instituição, foi pesquisador visitante, com bolsa da UNIFI, participando de pesquisa colaborativa com pesquisadores do Department of Science and Technology in Agriculture, Food, Environment and Forestry  (DAGRI) daquela instituição.

Em outubro de 2019, depois de 35 anos de muita dedicação, muito zelo e esmero, atuando como professor, pesquisador e extensionista, o Prof. Marcos Aurélio se aposentou. Embora continue como professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias da UFLA, ministrando aulas como voluntário, orientando estudantes de mestrado e doutorado, bem como orientando pesquisador em nível de pós-doutorado.

Nessa longa e intensa jornada de vida profissional, o Prof. Marcos Aurélio ministrou milhares de horas-aula no ensino técnico agropecuário, de graduação e pós-graduação em produção animal. Publicou 203 artigos científicos e 363 resumos em congressos no Brasil e no exterior. Publicou também cinco livros e cinco capítulos de livros. Escreveu  26 apostilas, 17 boletins técnicos e quatro cartilhas. Orientou e co-orientou 313 estudantes em nível de iniciação científica, especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado.  Ministrou também 275 cursos e 105 palestras, no Brasil e no exterior. Foi consultor em diversas empresas e instituições, das quais Pfizer – Saúde Animal e MIDA (Ministerio de Desarrolo Agropecuário, do Panamá) e SENAR – MG, onde é, também, instrutor em cursos de gestão e bovinocultura. Visitou 47 países (em quatro continentes) e 26 estados do Brasil, sendo 19 e 21, respectivamente, com participações em eventos técnicos e/ou científicos.

Com sua aposentadoria, o conhecimento e a experiência adquiridos pelo Prof. Marcos Aurélio Lopes, ao longo de 35 anos de trabalho marcado pela excelência, agora estão disponíveis aos empreendedores, investidores, técnicos e estudantes interessados e preocupados com o desenvolvimento rural sustentável, através da Lopes M. A. Consultorias e Formação em Desenvolvimento Rural Sustentável Ltda.